O que é a tenossinovite de De Quervain?
A tenossinovite de De Quervain é uma tendinite que afeta os tendões do polegar quando eles passam pelo punho. No punho, os tendões extensores estão organizados em seis compartimentos, como túneis por onde os tendões passam. No caso da tenossinovite de De Quervain, o primeiro compartimento é o que fica comprometido. Essa condição afeta os tendões do extensor curto do polegar e do abdutor longo do polegar, que se tornam espessos e passam a atritar com o retináculo, o que também se espessa, gerando dor e inflamação.
Quais são os sintomas da tenossinovite de De Quervain?
O principal sintoma é dor intensa ao movimentar o polegar, que pode ser descrita como uma sensação de facada na base do polegar e na região do punho (primeiro compartimento). A dor frequentemente é incapacitante, dificultando as atividades cotidianas, como pegar o bebê no colo, o que é uma queixa comum entre mulheres no período de amamentação.
Além da dor, pode ocorrer uma sensação de travamento, pois os tendões não se movem livremente como deveriam (não confundir com polegar em gatilho). Alguns pacientes também relatam uma sensação de choque ou formigamento na região, devido à irritação de nervos próximos ao primeiro compartimento extensor.
Como é feito o diagnóstico?
O diagnóstico da tenossinovite de De Quervain é clínico, feito durante o exame físico. Em muitos casos, a ultrassonografia é solicitada para confirmar o diagnóstico e documentar a condição.
Qual é o tratamento ideal?
O tratamento inicial geralmente envolve uma infiltração local, que é eficaz para a maioria dos pacientes. Se não houver melhora ou se os sintomas retornarem rapidamente, a cirurgia pode ser necessária.
Quando é feita a cirurgia e qual é o pós-operatório?
Após a cirurgia, o paciente não precisará de imobilização, apenas curativos. O dedo pode ser movimentado normalmente, mas deve-se evitar atividades que exijam força. Os pontos são retirados, em geral, duas semanas após o procedimento.
Importante: O tratamento deve ser sempre individualizado, com base em uma avaliação médica detalhada. Consulte um especialista em ortopedia de mãos para determinar o melhor tratamento para o seu caso.
O que é a tenossinovite de De Quervain?
A tenossinovite de De Quervain é uma tendinite que afeta os tendões do polegar quando eles passam pelo punho. No punho, os tendões extensores estão organizados em seis compartimentos, como túneis por onde os tendões passam. No caso da tenossinovite de De Quervain, o primeiro compartimento é o que fica comprometido. Essa condição afeta os tendões do extensor curto do polegar e do abdutor longo do polegar, que se tornam espessos e passam a atritar com o retináculo, o que também se espessa, gerando dor e inflamação.
Quais são os sintomas da tenossinovite de De Quervain?
O principal sintoma é dor intensa ao movimentar o polegar, que pode ser descrita como uma sensação de facada na base do polegar e na região do punho (primeiro compartimento). A dor frequentemente é incapacitante, dificultando as atividades cotidianas, como pegar o bebê no colo, o que é uma queixa comum entre mulheres no período de amamentação.
Além da dor, pode ocorrer uma sensação de travamento, pois os tendões não se movem livremente como deveriam (não confundir com polegar em gatilho). Alguns pacientes também relatam uma sensação de choque ou formigamento na região, devido à irritação de nervos próximos ao primeiro compartimento extensor.
Como é feito o diagnóstico?
O diagnóstico da tenossinovite de De Quervain é clínico, feito durante o exame físico. Em muitos casos, a ultrassonografia é solicitada para confirmar o diagnóstico e documentar a condição.
Qual é o tratamento ideal?
O tratamento inicial geralmente envolve uma infiltração local, que é eficaz para a maioria dos pacientes. Se não houver melhora ou se os sintomas retornarem rapidamente, a cirurgia pode ser necessária.
Quando é feita a cirurgia e qual é o pós-operatório?
Após a cirurgia, o paciente não precisará de imobilização, apenas curativos. O dedo pode ser movimentado normalmente, mas deve-se evitar atividades que exijam força. Os pontos são retirados, em geral, duas semanas após o procedimento.
Importante: O tratamento deve ser sempre individualizado, com base em uma avaliação médica detalhada. Consulte um especialista em ortopedia de mãos para determinar o melhor tratamento para o seu caso.